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Vida de mangaka: as lendas da shonem jump

Manhwa(quadrinho coreano) sobre a dinâmica editorial da Jump.
FANTÁSTICO e baseado em vários fatos reais. *rindo*Segue aqui um script pra quem não sabe inglês.Nota: leia da esquerda para a direita.A Era de Ouro da Jump: quando Slam Dunk e DragonBall estavam sendo publicados. 
No entanto! Inoue decidiu se mudar para a Kodansha e Toriyama decidiu não fazer nenhum mangá longo depois de Dragon Ball.Sabendo disso, Togashi terminou Yu Yu Hakusho e começou a trabalhar em Hunter X Hunter, juntando neste mangá todas as suas idéias.Quando os dois monstros-mangakás(Toriyama e Inoue, autores de Dragon Ball e Slam Dunk, respectivamente) terminaram suas obras, começou a Era das Trevas da Jump, que começou a perder seus leitores. .
As vendas despencaram.
Rurouni Kenshin não conseguia vencer GTO e Detective Conan, das outras revistas!Kenshin: Minha espada é...UGH!Onizuka: Cale a boca!Conan: Durma, idiota!SÓ TOGASHI PODIA SALVAR A JUMP!Editores: Por favor, nos dê um novo mangá! Por favor, nos dê uma nova série!Togashi: ISSO! Implorem mais, idiotas!As esperanças de todos estavam em Togashi!Voz: Ei, Togashi. Quando começa sua nova série?Togashi: Huuum. Só você consegue falar assim comigo...
Togashi: ARAKI! Sempre com essas poses estúpidas.
Araki: YES, I AM! <--- Hirohiko Araki é o autor do genial Jojo Bizarre Adventures, que também é uma das franquias mais fortes da Jump. Nessa época, Jojo ainda era publicado na Jump semanal. Hoje em dia, a Parte 6 do mangá é o carro-chefe da Jump mensal. A pose que Araki está fazendo e a frase dita por ele são uma paródia de cenas de Jojo.Togashi: E essa mulher aí? Uma prostituta?Araki: Haha! É minha esposa!Togashi ficou chocado com isso e se lembrou que, um dia, também teve uma amada.No colegial...Togashi: Naoko-chan! Ela é tão bonita!Naoko Takeuchi, pra quem não sabe, é a autora de Sailor Moon! *trovões*Togashi: Hoje, eu revelarei meus sentimentos!Togashi: Naoko, você tem um tempinho?Naoko: Togashi?Togashi: Você quer ser autora de mangá?Togashi: Também quero ser um! Vamos nos casar quando nos tornarmos mangakás!Naoko: Sim, nos casar!Togashi: Mas depois do colegial, fiquei jogando Dragon Quest e esqueci dela...ç_çTogashi: O que estará fazendo agora? Já casada com algum outro cara?Pessoa: Senhor Togashi, está na hora do festival de Natal da Jump!Togashi: Ok!E foi lá que eles se conheceram(ou, de acordo com a história, se reencontraram).Togashi se casa com Naoko, e agora ele só quer ser o Novo Deus dos mangás!Ele estava queimando com ambição, e foi chamado para ser juiz num Concurso de Mangás da Jump.Togashi: Tá barulhento...Editor: Você chegou, Togashi! Devia ter vindo mais cedo, já acabou tudo.Togashi: O quê? Só porque me atrasei um pouco vocês terminaram o Concurso?Editor: É que...Togashi: O quê? Um SUPER-GÊNIO? Ele foi declarado vencedor instantaneamente?Oda: É incrível! Rei do Mar! Gomu Gomu! Carne! Carne!Eichiiro Oda, aos 17 anos, vence o Concurso de Novos Mangás da Jump! (Fato real)Togashi sabia que Oda seria seu próximo rival.Mas ele ainda era uma criança, então o tempo estava do lado de Togashi.O autor de Kenshin(Nobuhiro Watsuki) pensou que ele estaria acabado se este garoto viesse para a Jump. <--- apesar de ser um mangaká excelente, Watsuki é conhecido por ser extremamente negativo e pessimista. (fato real)Editor: Togashi, vamos falar do seu novo mangá. Togashi: O...ok.*Togashi falou sobre Hunter.*Editor: Ten? Nen? É realmente fora do comum...Togashi: Sim, é mais que um simples mangá de luta da Jump...Oda: Uau! É incrível! Eu nunca faço coisas assim!Oda: Você também é um mangaká? Só leio Dragon Ball e Slam Dunk.Editor: Oda! Seja educado!Dois mangakás rivais.O MEMORÁVEL PRIMEIRO ENCONTRO! *trovões*

Vida de mangaka: As lendas da shonem Jump 2



Togashi: Então você está começando sua série agora?
Oda: Não... ainda não.
Oda: Meus pais são contra. Tenho que ir pra faculdade antes. Talvez daqui a 4 anos? Depois de eu conseguir alguma experiência como assistente...
Togashi: *pensando* 4 anos... minha série vai começar nessa época também...

Pessoa qualquer: Vamos, Oda!
Oda: Ok. Tô indo. Nos vemos mais tarde, Togashi.
Togashi: Ele é realmente bom, mas é só um pirralho de 17 anos. Eu devo apenas caprichar mais no meu mangá.



Narrador: Depois de alguns anos, quando Togashi terminou os preparativos para seu mangá, ele recebeu uma ligação da Jump.
Togashi: Alô, futuro Deus do Mangá falando. O QUÊ?!

Togashi: Toriyama, aquele velho, está voltando? Merda, por quê?!
Naoko: Querido... não é arriscado demais enfrentar o Toriyama?

Togashi: Toriyama é um gênio, eu concordo. Dragon Ball é um dos melhores mangás. Mas Hunter... poderia derrotar até o primeiro Deus dos Mangás(se referindo ao Osamu Tezuka).
Naoko: Você... tá fazendo uma cara maligna...



Narrador: Em 96, Toriyama começou a desenhar Cowa.
Togashi: Então já saiu? Deixa eu ler, AGORA!
Togashi: *depois de ler* LOL Que diabos aconteceu, velho? O que você ficou fazendo todos esses anos?

Narrador: Cowa não pôde salvar a Jump, e ainda estava perdendo de GTO e Detective Conan. Togashi, confiante, havia quase terminado os primeiros capítulos de HxH e foi visitar o departamento editorial da Jump.

Togashi: Cansativo! Quando eu virar o Deus do Mangá, vou só ficar jogando Dragon Quest...




Togashi: Ei, Watsuki! Veio tratar de Kenshin?
Togashi: *pensando* Muito bem, seu mangaká perdedor.
Togashi: Eu andei lendo Kenshin. O arco Enishi foi bom. Já que a Jump prolongou seu mangá... esse é o problema com a Jump. Os idiotas têm poder sobre os mangakás, e ficam nos dizendo o que fazer.

Watsuki: Ah, Togashi-sensei. Acho que vou dar uma pausa de agora em diante. Você lembra do Oda? Aquele super-gênio? Ele foi meu assistente... ele é bom... muito bom... ele logo vai começar sua própria série. (!!!)



Togashi: Ah... aquele cara... ele não obedece suas instruções?
Watsuki: Não é isso. Ele trabalha duro, e é um gênio.

[Antes do Arco Enishi]
Oda: Já pensou no que vamos desenhar depois do arco Shishio?
Watsuki: Er... bem...

Oda: Acabei de ter uma idéia. A esposa de Kenshin tem um irmão, que quer vingança contra ele...
(Era uma idéia muito boa!)

Togashi: *pensando* Então ele também é bom de roteiro... isso não é nada bom...



Togashi: Esse é o primeiro mangá dele. Mesmo ele sendo um gênio, Toriyama acabará com ele. Oda nunca derrotará Toriyama... hahahaha! Velho, acabe com ele!

Togashi: E depois disso eu derrotarei o gênio esgotado e me tornarei o Deus do Mangá!

Narrador: Duas semanas depois, Cowa acabou. Não foi uma série longa... e um dos melhores mangás de todos os tempos, "ONE PIECE", começou. A lenda teve início!



 Parte 2:

História do estilo Mangá.

História

Os mangás têm suas raízes no período Nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura.

A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar de emakimono mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo Kakuyu Toba e preservado no templo de Kozangi em Kyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.

No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukiyo-e no século XVI. É, aliás, Katsushika Hokusai o precursor da estampa de paisagens, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 à 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando "desenhos irresponsáveis" — que pode ser escrita, em japonês, das seguintes formas: Kanji (em japonês: 漫画, Kanji?), Hiragana (em japonês: まんが, Hiragana?), Katakana (em japonês: マンガ, Katakana?) e Romaji (Manga).

Os mangás não tinham, no entanto, sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchie (abreviação de Punch-picture) como a revista britânica, origem do nome, Punch Magazine (Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.

Diversas séries comparáveis as de além-mar surgem nos jornais japoneses: Norakuro Joutouhei (Primeiro Soldado Norakuro) uma série antimilitarista de Tagawa Suiho, e Boken Dankichi (As aventuras de Dankichi) de Shimada Keizo são as mais populares até a metade dos anos quarenta, quando toda a imprensa foi submetida à censura do governo, assim como todas as atividades culturais e artísticas. Entretanto, o governo japonês não hesitou em utilizar os quadrinhos para fins de propaganda.

Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas, como os desenhistas são conhecidos, sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.

É então que um artista influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona esta forma de expressão e dá vida ao mangá moderno: Osamu Tezuka. As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos (sobretudo Betty Boop), boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.
Um rosto desenhado no estilo do mangá.

Osamu Tezuka produz através de seu próprio estúdio, o Mushi Production, a primeira série de animação para a televisão japonesa em 1963, a partir de uma de suas obras: Tetsuwan Atom (Astro Boy). Finalmente a passagem do papel para a televisão tornou-se comum e o aspecto comercial do mangá ganhou amplitude, mas Tezuka não se contentou com isso. Sua criatividade o levou a explorar diferentes gêneros — na sua maioria, os mangás tinham como público-alvo as crianças e jovens —, assim como a inventar outros, participando no aparecimento de mangás para adultos nos anos sessenta com os quais ele pôde abordar assuntos mais sérios e criar roteiros mais complexos. Ele também foi mentor de um número importante de mangakas como Fujiko & Fujio (dupla criadora de Doraemon), Akatsuka Fujio, Akira "Leiji" Matsumoto, Tatsuo Yoshida (criador de Speed Racer) e Shotaro Ishinomori.

Assim, os mangás cresceram simultaneamente com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público cada vez mais importante, tornando-se aceitos culturalmente. A edição de mangás representa hoje mais de um terço da tiragem e mais de um quarto dos rendimentos do mercado editorial em seu país de origem. Tornaram-se um verdadeiro fenômeno ao alcançar todas as classes sociais e todas as gerações graças ao seu preço baixo e a diversificação de seus temas. De fato, como espelho social, abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.
Uma gravura de Katsushika Hokusai precursora do mangá moderno.

MANGÁ NO BRASIL
A popularidade do estilo japonês de desenhar é marcante, também pela grande quantidade de japoneses e descendentes residentes no país. Já na década de 1960, alguns autores descendentes de japoneses, como Júlio Shimamoto, Minami Keizi e Claudio Seto, começaram a utilizar influências gráficas, narrativas ou temáticas de mangá em seus trabalhos. O termo mangá não era utilizado, mas a influência em algumas histórias tornou-se óbvia. Alguns trabalhos também foram feitos nos anos 80, como o Super-Pinóquio de Claudio Seto, o Robô Gigante de Watson Portela pela Grafipar e o Drácula de Ataíde Braz e Neide Harue pela Nova Sampa.

Embora a primeira associação relacionada a mangá, a Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, tenha sido criada em 3 de fevereiro de 1984, o "boom" dos mangás no Brasil aconteceu por volta de dezembro de 2000, com o lançamento dos títulos Samurai X, Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco pelas editoras JBC e a Conrad (antiga Editora Sampa).

Esses, porém, não foram os primeiros a chegar ao território brasileiro. Alguns clássicos foram publicados nos anos 80 e começo dos anos 90 sem tanto destaque, como Lobo Solitário em 1988 pela Editora Cedibra, primeiro mangá lançado no Brasil,[10] Akira pela Editora Globo, Crying Freeman, pela Editora Sampa, A Lenda de Kamui (Sanpei Shirato) e Mai - Garota Sensitiva pela Editora Abril, Cobra e Baoh pela Dealer e Escola de Ninjas (Ben Dunn) pela Nova Sampa. Porém, a publicação de vários títulos foi interrompida e o público brasileiro ficou sem os mangás traduzidos por vários anos. Existiram ainda edições piratas de alguns mangás.

O mais famoso foi Japinhas Safadinhas lançado em nove edições pela "Bigbun" (selo erótico da Editora Sampa). O mangá era uma versão sem licenciamento de Angel de U-jin.

O movimento voltou a produzir frutos nos anos 90. Com a inconstância do mercado editorial brasileiro, existe pelo menos uma revista nacional no estilo mangá que conseguiu relativo sucesso: Holy Avenger. Além deste há também outras publicações bastante conhecidas pelos fãs de mangá, como Ethora, Combo Rangers, Oiran e Sete Dias em Alesh do Studio Seasons, e a antiga revista de fanzines Tsunami. Atualmente os quadrinhos feitos no estilo mangá, tirando algumas exceções, como as citadas acima, se baseia em fanzines. Em 2008 a Maurício de Sousa Produções lançou Turma da Mônica Jovem, versão adolescente da Turma da Mônica, e, em 2009, a Ediouro Publicações lançou a revista Luluzinha Teen e sua Turma. No fim desse mesmo ano, começaram a ser lançados mangás didáticos, com a série O Guia Mangá, da editora Novatec, publicados originalmente pela editora Ohmsha como The Manga Guide.

Estilos de Mangá

Para os japoneses as histórias em quadrinhos são leitura comum de uma faixa etária bem mais abrangente do que a infanto-juvenil. A sociedade japonesa é ávida por leitura e em toda parte vê-se desde adultos até crianças lendo as revistas. Portanto, o público-consumidor é muito extenso, com tiragens na casa dos milhões e o desenvolvimento de vários estilos para agradar a todos os gostos.

Por isso os mangás são comumente classificados de acordo com seu público-alvo. Histórias onde o público alvo são meninos — o que não quer dizer que garotas não devam lê-los — são chamados de shounen (garoto jovem, adolescente, em japonês) como One Piece, Naruto, Bleach etc. e tratam normalmente de histórias de ação, amizade e aventura. Histórias que atualmente visam meninas são chamadas de shoujo (garota jovem em japonês) e têm como característica marcante as sensações e sensibilidade da personagem e do meio (também existem garotos que leem shojo.) como Nana. Além desses, existe o gekigá, que é uma corrente mais realista voltada ao público adulto (não necessariamente são pornográficos ou eróticos) como, por exemplo Lobo Solitário e ainda os gêneros seinen para homens jovens e josei para mulheres. Os traços típicos encontrados nas histórias cômicas (olhos grandes, expressões caricatas) não são encontrados nessa última corrente. Existem também os pornográficos, apelidados hentai. As histórias yuri abordam a relação homossexual feminina e o yaoi (ou Boys Love) trata da relação amorosa entre dois homens, mas ambos não possuem necessariamente cenas de sexo explícito. Os edumangás que são mangás didáticos voltados para o ensino de diversas matérias.[1]

Fullmetal chega ao fim...




É chega ao fim mais uma série... Fullmetal teve seu final no capítulo 108. Vai deixar saudades, uma história muito boa, criada por Hiromu Arakawa, fiquei até triste por acabar...
Mas agora é só ficar de olho no próximo trabalho da autora!
Obrigado e tchau!

Naruto e Sasuke Football




Achei legal a imagem...Já que estamos em clima de copa...
O naruto é Holandês?